A Polícia Civil realizava investigações no Intuito de prender Passifico Bezerra Neto, 28 anos. O traficante era acusado de ter efetuado nos últimos meses na região 12 homicídios, grande parte na Cidade de Itororó.

Frio, Calculista e extremamente sanguinário Passifico se sentia a própria morte quando cometia os seus crimes “Eu mato mesmo, gosto de matar, me sinto Deus… Eu meto na cabeça, gosto de ver o coco pócar quando atiro.” Disse ele meses atrás ao Itapetinga Agora.

No dia 02 de agosto, Passifico, em uma grande fuga de 24 presos do Complexo Policial de Itapetinga, voltou a aterrorizar Itororó, matando testemunhas e supostos informantes da Polícia. Entre os crimes acontecidos que chocaram o estado se encontram a morte de Maria Creuza (54 anos) e sua Filha Ana Cláudia (34) mortas dentro de casa com tiros na cabeça. O jovem dono de um barzinho do centro de Itororó Edvan Portela, 24 anos, foi outra das vítimas de Passífico. Edvan foi morto na sexta feira santa com dois tiros na Praça Castro Alves, centro da cidade.
Desse grupo de 24 presos que fugiu com Passífico do Complexo de Itapetinga a Polícia conseguiu matar 04 em confronto, 19 foram presos e apenas 01 se encontra foragido.

O CONFRONTO

Na madrugada de quarta (24) os policiais efetuaram uma campana, com cerco ao Bairro Loteamento Sinval Palmeira, em Itororó. Por volta dás 06:00 a casa onde o bandido se escondia foi cercada e dada voz de prisão para que o mesmo saísse com as mãos para cima e se entregasse. Passífico refutou a ação dos policiais e gritava “Eu vou mandar uns dois pro inferno”. O coordenador de Polícia Civil Marcus Vinicius ainda insistiu para que o marginal saísse com as mãos na cabeça, e a resposta foram tiros efetuados contra a polícia. O confronto foi travado, e a polícia acabou atingindo o matador com dois tiros, um no peito e outro no abdômen. Passífico foi conduzido rapidamente para o Hospital e Maternidade de Itororó, ao chegar no hospital não resistiu vindo à óbito.

PAZ E TRANQUILIDADE

Finalmente a população de Itororó vai ter momentos de paz. Com a morte de Passífico se desarticula uma das piores e mais sanguinárias quadrilhas envolvidas com o tráfico de drogas na região.

O bandido matava inocentes sem piedade, um simples olhar, um comentário soado… tudo era motivo para que ele decretasse a sentença de morte. Vários casos de moradores daquela cidade, que fugiram aterrorizados para outros estados com medo de morrer tornaram-se comuns.

O exemplo maior é de um rapaz, morador do centro e proprietário de uma grande loja, que teve que fugir ao saber que o bandido estava comentando sobre ele e perguntando onde ele morava.

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