Michael Jackson morreu antes da chegada dos paramédicos, revelou nesta quinta-feira (6) um dos socorristas, testemunha na audiência preliminar que determinará se o médico pessoal do cantor irá ou não a julgamento sob a acusação de homicídio culposo.

O paramédico Martin Blount, o segundo a dar seu depoimento neste processo preliminar, que teve início na terça-feira (4), seguiu o mesmo caminho das declarações de seu colega, ao afirmar que o médico de Jackson, Conrad Murray, retirou material médico enquanto eles chegavam à mansão de Beverly Hills, onde o cantor de 50 anos faleceu, no dia 25 de junho de 2009.

Os dois paramédicos que testemunharam até agora declararam que Murray, a princípio, negou ter dado remédios a Jackson.

Murray é acusado de homicídio culposo. Segundo os promotores, ele administrou uma dose muito elevada do poderoso sedativo propofol para ajudar Jackson a dormir e depois tentou esconder o fato.

Fonte: G1