Chamou a atenção de uma equipe de tevê que acompanhou a arrumação do gabinete 637 da Câmara o único livro deixado pela equipe de Raul Jungmann, atual ocupante da sala, para Tiririca, seu sucessor. Todas as estantes foram esvaziadas, mas um dicionário fora cuidadosamente colocado no centro da mesa da sala.

Ao ouvir a pergunta sobre as razões do gesto, uma auxiliar de Jungmann apressou-se a explicar para evitar a polêmica: o exemplar é de propriedade da Câmara e, portanto, não poderia ser incluído na mudança do chefe. Então, beleza.

Por Lauro Jardim