Por Tiago Almeida Fonseca Nunes

Por ora, política é o assunto corriqueiro nas praças, escolas, armazéns, faculdades, esquinas, enfim, em qualquer roda de bate-papo. É motivo para apostas, intrigas e debates exaltados. Esse é o período das definições de “chapas” e convenções, momento que os times entram em campo.

Até outubro, sentiremos a sensação de que, possivelmente, já vivenciamos todas essas mesmices políticas em eleições passadas. Chega a ser entediante. Mudam-se apenas os personagens! Todavia, devemos saber que “àqueles que não se interessam por política, estarão sujeito a serem governadso por aqueles que se interessam”, como já dizia Arnold Toynbee.

Portanto, precisamos ser participativos e agentes modificadores da nossa realidade. Para isso, necessita-se de parâmetros eficientes que vislumbrem tão somente o pensamento coletivo.

Definitivamente, educação é o fator preponderante que justifica os meios e fins de qualquer processo político. Assim, podemos analisar os mecanismos, causas e consequências pelas quais estaremos sujeitos. Educação e política são inseparáveis, todavia distintas. Devem caminhar complementando-se a fim de gerar bons dividendos a uma população – maior beneficiária.

O método de fazer política mudará à medida que a sociedade é incrementada por um maior nível educacional e de conscientização. Dessa forma, diminui-se o seu uso político e o respeito à cidadania se torna perceptível. Trocar-se-á pedidos de bujão, cadeira de roda etc., pelos reais interesses da cidade, estado ou nação.

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