Prefeito Edson Neves (Foto: Ubatã Notícias)

A greve dos profissionais da educação de Ubatã já ultrapassou uma semana, e segundo o prefeito Edson Neves (PSD), não há razão para sequer a manifestação ter começado. O alcaide alega que reunião realizada no último dia 10 de setembro, conforme ata, estabeleceu o pagamento dos salários atrasados de julho.

“A greve não tem sentido. Houve um acordo assinado em ata para se pagar os salários atrasados de diretores, coordenadores e demais profissionais da educação referentes ao mês de julho. O dinheiro que havia nas contas do Fundeb não era suficiente para quitar toda a folha, por isso houve o acordo”, garantiu Neves.

O prefeito lembra ainda que ao retornar ao comando do executivo, havia pouco mais de R$ 80,00 nas contas do Fundeb, o que inviabilizou a regularização da folha da educação referente ao mês de agosto. A Prefeitura ainda não estabeleceu a data para a regularização dos salários.

DIRETORA DA APLB DIZ QUE GREVE NÃO REIVINDICA APENAS SALÁRIOS

A Diretora da APLB, a professora Edneia Souza, reconheceu o acordo firmado em ata, mas afirmou que a paralisação dos profissionais da educação não é apenas por salários. Segundo a sindicalista, a greve reivindica o pagamento do Piso Salarial Nacional da Educação, regularização da estrutura físicas de escolas. A Diretora disse ainda que a decisão de paralisar as atividades foi tomada em assembleia realizada pela categoria no último dia 11 de setembro. “Nós próximos dias será realizada uma reunião com o prefeito para tentar pôr fim ao impasse”, disse.

Redação Ubatã Notícias