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Ubatã: MPF volta a pedir a indisponibilidade de bens de Dai da Caixa



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Ubatã: MPF volta a pedir a indisponibilidade de bens de Dai da Caixa

Ex-prefeito já tem quase R$ 3 milhões bloqueados pela Justiça Federal (Foto: Ubatã Notícias)

Matéria foi capa do Jornal A Região. Ex-prefeito já tem quase R$ 3 milhões bloqueados pela Justiça Federal (Foto: Ubatã Notícias)

O Ministério Público Federal (MPF) voltou a pedir a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito de Ubatã, Adailton Ramos Magalhães (PTB), o Dai da Caixa. A informação foi capa neste sábado (06) do Jornal A Região, o mais lido e um dos mais conceituados do sul da Bahia. O pedido de indisponibilidade dos bens foi feita à Justiça Federal para que se garanta a devolução de R$ 168 mil.

Segundo denúncia do MPF, que motivou uma ação Civil por Improbidade Administrativa, Dai da Caixa e mais três pessoas, Devidson Ernesto Souza Melo, Demétrio Souza Ferrari Júnior e Alberto Clécio Oliveira Viana formaram, entre os anos de 20o7 e 2008, uma quadrilha para saquear os cofres públicos.

A denúncia do MPF foi calçada em grande volume de documentos e escutas telefônicas feitas com autorização da Justiça, além de investigação in loco realizada pela Controladoria Geral da União (CGU). O quarteto é acusado de peculato, fraude em licitação, falsidade ideológica de notas fiscais, corrupção ativa e passiva.

O ESQUEMA MONTADO NA PREFEITURA DE UBATÃ

Segundo matéria de A Região e a denúncia do MPF, Manuel Pereira, dono da Tend Tudo, morreu em 17 de dezembro de 2007, mas Alberto Clécio continuou usando  empresa individual do falecido (que cessa com a morte da pessoa), emitindo notas fiscais e emitindo documentos junto à prefeituras durante todo 2008. Clésio é acusado de emitir 15 notas fiscais falsas que totalizam R$ 116.633,23, valor que corrigido para os dias de hoje passam de R$ 168 mil. Para o MPF, o primeiro responsável é Clécio, que chegou a assinar diversos recibos pessoalmente em nome da mencionada empresa. Devdison é acionado porque mantinha os contratos com Clécio pedindo e recebendo propina para implementar os ilícitos, bem com Dai da Caixa e Júnior Ferrari, que autorizam os processos de pagamento fraudulentos.

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Redação Ubatã Notícias

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