Irmã Dulce, também conhecida como ‘O Anjo Bom da Bahia’ (Foto: Estadão)

Cura de câncer, superação de vício em drogas, conquista de emprego, solução de dívidas e problemas familiares, sobrevivência a acidentes graves. Os relatos de milagres atribuídos a Irmã Dulce, feitos por fiéis do mundo inteiro, já passam de 10 mil, segundo as Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), que armazena os depoimentos em um memorial no bairro do Bonfim, em Salvador.Duas dessas graças já foram oficialmente reconhecidas pelo Vaticano e a beata, que ficou conhecida como “O Anjo bom da Bahia”, será proclamada Santa (lembrar). Vai se tornar a primeira mulher nascida no Brasil a ser canonizada — será chamada de Santa Dulce dos Pobres, pelas obras de caridade e de assistência prestadas em vida aos mais pobres e necessitados. Uma das graças reconhecidas, que a levará a se tornar santa, tem relação com um homem que se curou de uma cegueira após 14 anos. O outro milagre atribuído a ela, que levou à sua beatificação, trata da recuperação de uma paciente que teve uma grave hemorragia pós-parto e cujo sangramento subitamente parou, sem intervenção médica. *Ler mais no G1.