A informação é da Coluna Cláudio Humberto (Foto: Breno Fortes)

O Ministério Público do DF investiga a prática da “rachadinha” em gabinetes da Câmara Legislativa, cujo presidente Rafael Prudente considera muito grave. A “rachadinha” é comum no Legislativo e consiste na obrigação de assessores nomeados oficialmente de devolver parte do salário, para pagar outros assessores não oficiais todos os meses. Há também suspeita de fantasmas nos gabinetes. O primeiro alvo do MPDFT é o deputado Daniel Donizete (PSDB). O promotor Alexandre Fernandes Gonçalves deu prazo de dez dias para que a Câmara envie a lista de assessores de Daniel Donizete. A deputada Kelly Bolsonaro também está na mira do Ministério Público, que deseja saber tudo sobre ela, inclusive seu endereço residencial. A deputada Érica Kokay (PT-DF) é ré na Justiça Federal sob acusação de depositar o produto da “rachadinha” em sua própria conta bancária. (Diário do Poder)