(Mauro Akin Nassor/Arquivo Correio)

Dois procuradores do trabalho estiveram na Torre Pituba, sede da Petrobras em Salvador, para recolher documentos úteis ao processo ajuizado contra a Petrobras. A medida cautelar impetrada contra a empresa pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) sustenta que a empresa praticou assédio organizacional contra os empregados, desde que decidiu encerrar atividades no prédio da capital e iniciou transferência de funcionários concursados. Segundo o MPT, casos de assédio organizacional são de difícil comprovação e os documentos recolhidos foram avaliados como bastante efetivos para servir como prova da tese do órgão. Questionado, o MPT informou, ainda, que o conteúdo dos documentos permanecem em sigilo, bem como a quantidade de papéis. Todos as cópias solicitadas, no entanto, foram recolhidas sem qualquer resistência dos funcionários da empresa. Segundo o CORREIO apurou, os documentos recolhidos envolvem, também, laudos médicos que comprovam funcionários doentes com quadro de depressão desde que a empresa anunciou a saída da cidade. Já são três semanas desde que a justiça concedeu liminar proibindo a Petrobras de realizar novas transferências, sob pena de multa. Continue lendo