Manifestantes pedem Justiça no caso Danilo Ribeiro (Foto: Divulgação)

Concentração foi realizada na Avenida Paulista (Foto: Ubatã Notícias)

Familiares e amigos do comerciante ubatense Danilo Ribeiro Moraes, de 23 anos, realizaram, na manhã deste domingo (19), na Avenida Paulista, em São Paulo, uma manifestação cobrando Justiça pelo homicídio ocorrido contra o ubatense. Os manifestantes se reuniram, oraram, caminharam com cartaz e faixas e na sequência foram até a sede da Record. De acordo com familiares ouvidos pelo Ubatã Notícias, a emissora gravou entrevistas, que serão veiculadas nesta segunda-feira (20) em rede nacional. O objetivo da iniciativa foi cobrar a prisão do suspeito do crime, que está com mandado de prisão (lembrar) em aberto desde o dia 16 de dezembro, mas permanece foragido.

Manifestantes exibiram faixas durante protesto (Foto: Divulgação)

Familiares e amigos de Danilo, em São Paulo (Foto: Divulgação)

Danilo foi alvejado por 04 tiros de pistola na noite no dia 08 de dezembro de 2019 (lembrar) quando curtia um show ao vivo num bar localizado no Bairro São Raimundo, em Ubatã. O ubatense teria, segundo testemunhas, se esbarrado num homem identificado como Laelson da Costa Dantas, vulgo ‘Laércio Cigano’, pedido desculpas, mas o suspeito não teria aceitado. Momentos depois, já de arma em punho, o cigano deflagrou 04 tiros de pistola à queima roupa contra o ubatense, que foi socorrido por amigos e levado ao Hospital Municipal de Ubatã e logo depois transferido para o Hospital de Base, em Itabuna. Danilo passou por cirurgia, mas acabou não resistindo e indo a óbito no dia 12 de dezembro (lembrar).

Comerciante era muito querido no município de Ubatã

Cigano Laércio é acusado de matar comerciante (Foto: Ubatã Notícias)

O crime chocou a cidade de Ubatã e ganhou repercussão em toda a Bahia (lembrar). A população se revoltou com a morte de Danilo e bloqueou, por diversas vezes, a BR-330 (lembrar). Além disso, populares invadiram a propriedade rural onde morava o cigano e destruiu o imóvel (lembrar). A propriedade ainda foi ‘loteada’ pela população, que realizou a divisão do espaço em terrenos. A gestão municipal estuda desapropriar a área para equacionar o déficit habitacional do município. Em tempo, a Polícia ainda está à caça do criminoso. (Ubatã Notícias)