Deltan Dallagnol, procurador do MPF Foto: Geraldo Bubniak / AGB / Agência O Globo

Após a crise aberta entre a força-tarefa da Lava-Jato e a Procuradoria Geral da República (PGR), o procurador Deltan Dallagnol usou as redes sociais, neste domingo, para dizer que todos os membros da operação “têm os mesmos direitos, deveres e proteções dos demais do Ministério Público para assegurar um trabalho independente”. A fala de Dallagnol ocorre depois de que o procurador geral Augusto Aras disse, por meio de nota, que a Lava-Jato “não é um órgão autônomo e distinto do Ministério Público Federal” e que não pode se tornar “instrumento de aparelhamento”. Colega de Dallagnol no grupo da Lava-Jato do Paraná, o procurador Roberson Pozzobon, também se manifestou sobre o caso no Twitter e pregou independência do Ministério Público. “É óbvio, mas ultimamente até o óbvio precisa ser dito, relembrado, dito novamente: a independência funcional não é um luxo, mas requisito mínimo para que o Ministério Público, por todos os seus integrantes, de 1ª à última instância, possa cumprir seus deveres constitucionais”, escreveu Pozzobon. Leia mais