Tricolor joga final com time principal, mas só fatura título nos pênaltis

1988. Essa tinha sido a última vez que o Bahia havia conquistado o tricampeonato baiano. Passaram-se 32 anos para que o feito pudesse ser repetido. E foi neste sábado. Depois de uma final onde o Atlético de Alagoinhas foi melhor em campo durante quase todo o tempo, as equipes empataram em a 1 a 1. A decisão, então, precisou ir para a cobrança dos pênaltis. E o Tricolor levou a melhor. Venceu por 7 a 6 e levantou a taça do estadual.  Não adiantou muito o Bahia optar pelo seu time principal para a final deste sábado. Pois foi o Atlético de Alagoinhas quem começou melhor o jogo em Pituaçu. E seguiu assim até o fim. É verdade que nenhuma das duas equipe teve boas chances de gol, mas foi o Atlético de Alagoinhas o time mais incisivo em campo nos primeiros 45 minutos da partida. Tanto que foram sete finalizações do Carcará e nenhuma do Tricolor. O segundo tempo não começou muito diferente em Pituaçu. Foi o Atlético quem continuou dando as cartas e chegou primeiro ao gol. O veterano Magno Alves acertou um bom chute de fora da área e abriu o placar. Na desvantagem, o Bahia foi para o abafa e conseguiu o empate em uma jogada polêmica que Daniel mandou para o fundo das redes. O gol animou o Tricolor que passou a pressionar o Carcará em busca da virada. Mas não teve sucesso, e o título teve que ser decidido na disputa de pênaltis. (G1)